domingo, 26 de janeiro de 2020

COLETT VENCE NA NOVA ZELÂNDIA

                                                                                     
Com vitória no sábado e bons pontos no domingo, Collet sai de Teretonga Park com saldo positivo.
                                                                          
Brasileiro é o terceiro maior pontuador na segunda etapa da Toyota Racing Series e sobe para a sétima colocação na classificação geral do campeonato, que conta com 19 pilotos.

O brasileiro Caio Collet completou neste domingo (26) a segunda rodada tripla da Toyota Racing Series, na Nova Zelândia, e o saldo foi positivo. O jovem piloto de 17 anos, que integra o Renault Sport Academy, saiu da pista de Teretonga Park com uma vitória no sábado (25) e um oitavo e um quinto lugares neste domingo, encerrando a etapa como o terceiro maior pontuador

Após a bela vitória na corrida 1, onde também registrou a volta mais rápida, Collet teve de partir da oitava posição na corrida 2, que teve o grid reverso para os oito primeiros na disputa inicial. Em uma pista de apenas 2,57 km de extensão, o piloto já sabia que seria difícil negociar ultrapassagens.
                                                                      

A corrida já começou com a entrada do Safety Car, após um dos pilotos escapar e parar na brita. Foram várias voltas com o carro de segurança, até sua saída, faltando 14 voltas para o final. Os primeiros colocados ficaram muito próximos durante toda a disputa, mas a pista estreita dificultou a briga por colocações e Collet completou a corrida na mesma posição de largada.

Para a corrida 3, os pilotos participaram de um novo treino classificatório e Collet finalizou na sétima posição.

Novamente, os competidores ficaram bem próximos no início da prova, buscando espaço para uma possível ultrapassagem. E, com duas belas manobras, Collet subiu para sexto e depois quinto lugar, cruzando a linha de chegada no Top-5.

Com os resultados, o brasileiro subiu para o sétimo lugar na classificação geral, somando o total de 65 pontos na etapa. O líder Liam Lawson foi quem mais somou pontos em Teretonga (71), seguido pelo vice-líder Igor Fraga (68).
                                                                       

“No geral, foi um fim de semana positivo e fui o terceiro maior pontuador da etapa”, observou Collet, que disputa pela primeira vez a competição neozelandesa, correndo com o carro #23 da equipe mtec Motorsport.

“Sábado foi excelente, não poderia ser melhor e fiquei muito feliz”, lembrou. “Acho que o fim de semana acabou sendo um pouco prejudicado pela nossa performance no classificatório para a corrida 3. Não conseguimos maximiza-la e isso custou um bom resultado na última prova”, comentou.

“Aqui é bem difícil de ultrapassar, então, na segunda corrida, a gente optou por poupar um pouco e usar os pneus da primeira prova, para tentar ir com tudo para a terceira corrida. Mas, largando de sétimo, a quinta posição foi o máximo que conseguimos”, continuou Collet.

“Agora vamos analisar tudo, trabalhar para melhorar principalmente no classificatório, porque isso é crucial nas corridas aqui. Mas, acredito que depois das dificuldades da primeira etapa, saímos daqui com um saldo bem positivo e isso nos dará ainda mais forças para a etapa da semana que vem”, finalizou o brasileiro.

No fim de semana que vem (1 e 2 de fevereiro), a terceira rodada tripla da Toyota Racing Series será realizada na pista de Hampton Downs Motorsport Park, em Waikato.

Dezenove pilotos disputaram a segunda etapa da principal competição de monopostos da Nova Zelândia e que está sendo muito importante para Collet nesta pré-temporada em que o piloto se prepara para correr pelo segundo ano na Fórmula Renault Eurocup, onde foi o melhor estreante em 2019, com 10 vitórias entre os novatos.

No total, a Toyota Racing Series terá cinco finais de semana seguidos de disputas, sempre em rodada tripla. Os chassis e pneus da categoria são os mesmos utilizados na Fórmula Renault Eurocup: FIA F3 Tatuus e pneus Hankook.

Resultados em Teretonga Park (Top 10):

Corrida 1
1. Caio Collet (Bra) mtec Motorsport 20 voltas em 19min33s583
2. Grégoire Saucy (Sui) Giles Motorsport + 1.103
3. Igor Fraga (Bra) M2 Competition + 1.499
4. Franco Colapinto (Arg) Kiwi Motorsport + 2.925
5. Ido Cohen (Isr) M2 Competition + 7.530
6. Liam Lawson (NZl) M2 Competition + 7.712
7. Lirim Zendeli (Ale) Giles Motorsport + 8.513
8. Emilien Denner (Din) M2 Competition + 9.620
9. Petr Ptacek (CZe) mtec Motorsport + 10.340
10. Jose Blanco (PRi) Kiwi Motorsport + 14.080
Veja o resultado completo: https://www.toyota.co.nz/globalassets/toyota-racing-website/toyota-racing-series/calendar-and-results/2020/round-2/trs2020_rd2_race-1.pdf

Corrida 2
1. Emilien Denner (Din) M2 Competition 20 voltas em 21min26s346
2. Lirim Zendeli (Ale) Giles Motorsport + 0.684
3. Liam Lawson (NZl) M2 Competition + 1.043
4. Ido Cohen (Isr) M2 Competition + 1.645
5. Franco Colapinto (Arg) Kiwi Motorsport + 2.203
6. Igor Fraga (Bra) M2 Competition + 2.522
7. Yuki Tsunoda (Jap) M2 Competition + 3.071
8. Caio Collet (Bra) mtec Motorsport + 3.928
9. Grégoire Saucy (Sui) Giles Motorsport + 5.585
10. Jose Blanco (PRi) Kiwi Motorsport + 6.529
Veja o resultado completo: https://www.toyota.co.nz/globalassets/toyota-racing-website/toyota-racing-series/calendar-and-results/2020/round-2/trs2020_rd2_race-2-amended.pdf

Corrida 3
1. Liam Lawson (NZl) M2 Competition 25 voltas em 22min51s234
2. Igor Fraga (Bra) M2 Competition + 0.696
3. Yuki Tsunoda (Jap) M2 Competition + 4.730
4. Jackson Walls (Aus) mtec Motorsport + 8.120
5. Caio Collet (Bra) mtec Motorsport + 9.623
6. Grégoire Saucy (Sui) Giles Motorsport + 13.439
7. Lucas Petersson (Sue) mtec Motorsport + 16.131
8. Franco Colapinto (Arg) Kiwi Motorsport + 18.277
9. Jose Blanco (PRi) Kiwi Motorsport + 19.928
10. Petr Ptacek (CZe) mtec Motorsport + 21.528
Veja o resultado completo: https://www.toyota.co.nz/globalassets/toyota-racing-website/toyota-racing-series/calendar-and-results/2020/round-2/trs2020_rd2_race-3.pdf

Classificação do campeonato – os 10 primeiros após 2 de 5 etapas:
1. Liam Lawson (NZl) 153
2. Igor Fraga (Bra) 135
3. Gregoire Saucy (Sui) 118
4. Yuki Tsunoda (Jap) 112
5. Franco Colapinto (Arg) 107
6. Lirim Zendeli (Ale) 104
7. Caio Collet (Bra) 83
8. Ido Cohen (Isr) 81
9. Petr Ptacek (CZe) 72
10. Emilien Denner (Fra) 66

Castrol Toyota Racing Series / Próxima Etapas:
1-2 Fevereiro: Hampton Downs Motorsport Park, Waikato - Denny Hulme Trophy
7-9 Fevereiro: Pukekohe Park, Pukekohe - New Zealand Motor Cup
15-16 Fevereiro: Manfeild Circuit Chris Amon, Feilding - New Zealand Grand Prix

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

DUCATI LANÇA NOVIDADE EXCLUSIVA NO BRASIL

Ducati lança exclusivo programa com até 05 anos de garantia.
                                    
Único no Brasil com extensão de garantia original de fábrica de até 36 meses
Válido para motos zero km e usadas, sem limite de quilometragem Exclusividade Ducati com administração do Volkswagen Financial Services - braço financeiro do Grupo.

O lançamento no Brasil confirma o 4º pilar mundial da marca: Confiança!
São Paulo, janeiro/2020 – Estilo, Sofisticação, Performance e Confiança. O quarto pilar da marca Ducati, apresentado mundialmente no World

Ducati Week, em outubro de 2019, foi introduzido para reforçar aos clientes Ducati que a marca italiana assegura a confiabilidade de seus produtos.
No Brasil, a Ducati traduziu a força deste pilar no seu mais novo serviço ao consumidor:

 Ever Red.
O Ever Red – exclusivo programa de garantia estendida de fábrica Ducati, é o único do mercado que oferece ao consumidor a opção de estender
a garantia original de fábrica por mais 12, 24 ou 36 meses, além dos 24 meses originais.
O novo serviço é válido para tanto para motos novas quanto usadas.

Como funciona:

• Motocicletas em garantia
de fábrica com até 20 mil km
5º Ano
Garantia
Estendida

O cliente pode contratar a garantia
estendida no ato da compra ou até
sua moto atingir 20 mil km e dentro
da garantia original de fábrica de 02
anos.


Além de garantir a valorização da motocicleta, o cliente que optar pela aquisição do Ever Red terá como principais benefícios:

• Reparos nas concessionárias Ducati em todo o Brasil
• Serviço de guincho 24 horas sem limite de quilometragem
• Garantia de bom funcionamento da motocicleta

E tudo dentro das mesmas condições da garantia original da fábrica. Ou seja, o cliente deve realizar integralmente o plano de manutenção e revisões periódicas estabelecido pela Ducati, de acordo com o manual do usuário.

Motor, transmissão, sistema de freio, componentes de suspensão, injeção eletrônica, painel, circuito elétrico e eletrônico e sistema de direção estão cobertos pelo plano Ever Red. Isto sem contar com assistência à disposição, como reboque em caso de pane elétrica ou mecânica.

E o usuário poderá utilizar o serviço de táxi para até 100 km em caso de uma das panes citadas anteriormente.

Segundo Diego Borghi, Presidente da Ducati do Brasil, o programa Ever Red traz para a prática a confiança que a Ducati tem em seus produtos.
“Queremos oferecer ao cliente Ducati a segurança para usufruir a sua motocicleta por um período maior, com total assistência da fábrica. Isto sem contar na valorização do usado em caso de troca”, destaca.

A partir da sua contratação, a garantia estendida Ever Red fica vinculada ao chassi da motocicleta, garantindo a assistência da motocicleta para o novo usuário dentro do prazo contratado.


Os valores do Ever Red são os mais acessíveis do mercado. Para adquirir a extensão de garantia de fábrica por 12 meses adicionais para o modelo Monster 797, por exemplo, o cliente pagará R$ 610,37 se o serviço for contratado em até 90 dias após a compra da moto. Já para o modelo Multistrada 1260 S, a opção de estender a garantia de fábrica em mais um ano custa R$ 1.130,15.

Os valores podem ser financiados através do VWFS.

Ducati do Brasil alavanca o bom resultado da marca no mundo

A Ducati do Brasil terminou 2019 com 3,1% de market share no segmento premium de alta cilindrada, uma fatia superior a igual período de 2018. 
Alavancada por um primeiro semestre de números consistentes, no qual a companhia deu um salto equivalente a 31,8% em relação a igual período do ano anterior, a Ducati do Brasil fechou 2019 em alta.

Seguida por China e Espanha, a unidade Brasil ganhou destaque como uma das centrais de negócio da marca no mundo a registrar crescimento na casa dos dois dígitos. A companhia somou 1.188 unidades emplacadas, conquistando 19 % de crescimento no ano se comparado ao mesmo
período de 2018.

“Nosso crescimento só não foi maior porque tivemos falta de produto. Nossa expectativa é atender esta demanda ao longo deste ano. Mesmo
assim tivemos uma evolução histórica da companhia, com um salto de 27% no faturamento da Ducati do Brasil em 2019”, ressalta Borghi.
Já o mercado nacional de motocicletas emplacadas acima de 500 cm3 de cilindrada cresceu 14,6% em igual período.

Rede Ducati ampliada

Em 2019 a Ducati ampliou sua atuação para mais cidades brasileiras, como Campo Grande (MS), Vitória (ES) e Florianópolis (SC), além de reinaugurar a loja de Belo Horizonte sob o comando de um novo dealer em Minas Gerais. A marca encerrou o ano somando 11 concessionárias no território nacional: 

São Paulo (SP) – Ducati Mooca na capital, Campinas (SP) – Ducati Campinas, Ribeirão Preto (SP) – Quattro Ducati, Porto Alegre (RS) – Ducati Porto Alegre, Curitiba (PR) – Ducati Curitiba, Florianópolis (SC) – Ducati Florianópolis, Campo Grande (MS) – Ducati Campo Grande, Goiânia (GO) – Ducati Goiânia, Brasilia (DF) – Ducati Brasilia, Belo Horizonte (BH) – Ducati Belo Horizonte e Vitória (ES) – Ducati Vitória.

Volkswagen Financial Services.

A Volkswagen Financial Services Brasil é constituída pelo Banco Volkswagen, Consórcio Nacional Volkswagen e Volkswagen Corretora de Seguros. 
Fundada em 1956, a empresa dispõe de uma gama de produtos para facilitar o acesso a veículos de passeio, comerciais, caminhões e ônibus Volkswagen e MAN Latin America, automóveis Audi e motocicletas Ducati. A Volkswagen Financial Services conta com escritórios regionais que atendem mais de 700 concessionários das marcas, em todas as regiões do Brasil. A instituição possui uma base de mais de 800 mil clientes ativos no Brasil.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

DERANI RETORNA AS DISPUTAS EM DAYTONA

Pipo Derani inicia nova temporada no IMSA e disputa 24H de Daytona pela 5ª vez neste fim de semana.
                                                                    

Vencedor da prova em 2016 e vice-campeão no ano passado, brasileiro está ansioso para voltar a acelerar o #31 Whelen Engineering Cadillac DPi-V.R numa das corridas mais emblemáticas do endurance mundial.

Como já faz parte da tradição, mais uma temporada do IMSA WeatherTech SportsCar Championship terá início neste fim de semana (25 e 26) com a disputa de uma das principais provas do endurance mundial.

Campeão da corrida em 2016, em sua primeira tentativa, e vice-campeão no ano passado, o brasileiro Pipo Derani não vê a hora de acelerar o # 31 Whelen Engineering Racing Cadillac DPi-V.R, da equipe Action Express, na 58ª edição das 24 Horas de Daytona.

Em sua segunda temporada com a Action Express, Derani seguirá como companheiro do compatriota Felipe Nasr na temporada regular. A dupla também terá o português Filipe Albuquerque nas provas de longa duração do campeonato (Daytona, Sebring, Watkins Glen e Petit Le Mans). E, em Daytona, eles também dividirão o carro com o britânico Mike Conway.

Com apenas 26 anos, Derani já é um dos principais nomes do endurance mundial. Além da vitória em Daytona em 2016, já faturou três vezes as 12 Horas de Sebring (2016, 18 e 19). Fora dos Estados Unidos, também tem grandes conquistas e é um dos poucos pilotos a conquistar pódios na história do FIA WEC nas categorias LMP1, LMP2 e LMGTe Pro.

Em 2019, o brasileiro conquistou, ao lado de Nasr, o título do Campeonato Norte-americano de Endurance e a dupla foi vice-campeã do IMSA, terminando a temporada com uma grande vitória nas 10 Horas de Petit Le Mans. O objetivo para 2020 é seguir evoluindo e estar novamente na luta pelos títulos.

“Estou muito feliz por começar um novo ano com a equipe Action Express, principalmente com as 24 Horas de Daytona, um evento tão especial para iniciar a temporada, com tanto prestígio e que é uma corrida sensacional. É um prazer para todos os envolvidos iniciarem o campeonato em uma corrida como essa”, lembrou Derani.

“Terminamos a temporada 2019 no topo, conquistamos o título do Campeonato Norte-americano de Endurance, vencemos a última corrida e, obviamente, as expectativas são altas para continuarmos neste caminho em 2020”, destacou.

“Agora, teremos o Albuquerque conosco para as corridas de endurance, que é um grande reforço, assim como o Mike para as 24 Horas de Daytona. Temos um time de pilotos muito fortes, mas não só isso, temos uma grande equipe por trás, nos dando todo o suporte para fazermos o melhor na pista”, continuou o piloto paulistano.

Em 2019, o #31 Whelen Engineering Cadillac DPi-V.R ficou muito próximo da vitória em Daytona, liderando boa parte da corrida, que foi marcada por uma forte chuva, que causou seu encerramento antes do previsto.

“Estamos focados para levar o carro #31 ao alto do pódio em Daytona, depois de ficarmos tão próximos no ano passado. Estou ansioso pelo início do campeonato e por dividir o carro com estes três pilotos fantásticos”, frisou Derani.

“Eu e o Felipe já conseguimos grandes resultados no ano passado e esperamos continuar melhorando nossa parceria. Esperamos brigar por mais um título este ano. Não vejo a hora de acelerar em Daytona”, completou

Os treinos livres em Daytona terão início nesta quinta-feira (23). Serão duas sessões pela manhã e uma no período da noite. No mesmo dia, a partir das 19h05 (de Brasília), será realizado o classificatório. Na sexta-feira (24), os pilotos terão mais um treino livre para os últimos ajustes.

No sábado, a prova terá sua largada às 15h35 (de Brasília). O Fox Sports exibirá a largada e seguirá ao vivo até às 19 horas. No domingo, transmitirá as horas finais da disputa, a partir do meio-dia.


domingo, 19 de janeiro de 2020

TOYOTA RACING :COLETTE UMA VITÓRIA E UMA PUNIÇÃO

Após pole, volta mais rápida e "vitória" na prova 1, Collet tem fim de semana difícil.
                                                                         

Brasileiro sofre punição após vencer a primeira corrida e enfrenta problemas nas provas seguintes no Highlands Motorsport Park. Objetivo agora é reverter a má sorte e brigar pelas vitórias no próximo fim de semana em Teretonga Park.

A estreia de Caio Collet na Toyota Racing Series, neste fim de semana (18 e 19), tinha tudo para ser perfeita. Mas, após estar sempre entre os líderes nos treinos livres, conquistar a pole position para a corrida 1, fazer a melhor volta da prova e cruzar a linha de chegada na frente, uma série de acontecimentos frustraram as expectativas do jovem piloto brasileiro no Highlands Motorsport Park, em Cromwell, Nova Zelândia.
                                                                              

Collet, que disputa a competição pela equipe MTEC Motorsport, sofreu uma punição, após vencer a primeira prova da rodada tripla e teve cinco segundos acrescido ao seu tempo final. Um excesso de zelo no regulamento provocou a penalidade sob a alegação de que o brasileiro simulou uma largada enquanto aquecia os pneus na volta de formação do grid.
                                                                            

Como a prova teve a entrada do Safety Car na 10ª das 15 voltas e sua saída aconteceu apenas na penúltima volta, todos estavam muito próximos ao final da disputa e os cinco segundos fizeram Collet cair para a sétima posição e ficar de fora do pódio. O neozelandês Liam Lawson, atual campeão da Toyota Racing Series, herdou a vitória.
                                                                             

No domingo, a programação no circuito de Cromwell começou com os 20 pilotos disputando o treino classificatório para a corrida 3. Collet continuou mostrando força e registrou o segundo melhor tempo, ficando atrás apenas de Lawson.

Na sequência, foi realizada a segunda prova, onde o grid foi definido pela ordem de chegada na corrida 1, com os seis primeiros invertidos. Como ficou em sétimo, Collet partiu desta posição. Mas, ainda na primeira volta, um toque no muro fez o brasileiro abandonar a disputa.

E o resultado da batida acabou influenciando também a corrida 3. Na volta de apresentação, Collet já sentiu que havia algo errado no carro, foi para os boxes e nem conseguiu largar.

“Sem dúvida, foi uma etapa frustrante. Durante o fim de semana, estávamos sempre muito rápidos, mas os acontecimentos nas corridas e a punição após a primeira prova acabaram nos prejudicando em termos de campeonato”, lamentou Collet, que é integrante do Ranault Sport Academy.

“Mas, semana que vem, já temos mais uma etapa e agora é focar e seguir em frente, trabalhando para reverter esses resultados e fazer o nosso melhor”, comentou o brasileiro, lembrando que a competição neozelandesa terá cinco finais de semana seguidos de provas.

“Apesar da punição no sábado, começamos o domingo com o segundo melhor tempo na tomada, que foi bem próxima. Minha volta não foi perfeita, mas mesmo assim o segundo lugar não era algo tão ruim, pois aqui você larga praticamente lado a lado”, explicou.

“Mas, infelizmente, nas corridas as coisas não funcionaram como o esperado. Na segunda prova, larguei em sétimo e fui um pouco otimista demais e, logo na primeira volta, acabei encostando no muro e tive de abandonar”, contou o piloto de 17 anos.

“Na terceira prova, onde iríamos largar em segundo, não tivemos tempo suficiente para checar a frente do carro e quando saí dos boxes já vi que ele estava meio torto, tinha uma peça quebrada, que não vimos”, observou.

“Então, até por motivos de segurança, decidimos abortar a corrida, para não ter o perigo de quebrar algo maior, porque é uma pista onde se usa bastante a zebra. Uma pena, mas agora temos de trabalhar e tentar mudar essa história nas próximas provas”, finalizou o piloto do carro #23, que aparece em 13º na tabela de pontos.

No fim de semana que vem (24 a 26), a disputa da segunda etapa da Toyota Racing Series acontecerá no Teretonga Park, em Invercargill. A competição é disputada com os mesmos chassis da Fórmula Renault Eurocup (FIA F3 Tatuus) e pneus Hankook. Por isso, também é considerada um ótimo preparativo para a temporada 2020 do campeonato europeu, onde Collet fará sua segunda temporada este ano a partir de abril.

Os resultados da 1a etapa no Highlands Motorsport Park:

Corrida 1
1. Liam Lawson (NZl) M2 Competition 15 voltas em 26min04s558
2. Igor Fraga (Bra) M2 Competition + 0.794
3. Lirim Zendeli (Ale) Giles Motorsport + 1924
4. Grégoire Saucy (Sui) Giles Motorsport + 2.515
5. Yuki Tsunoda (Jap) M2 Competition + 3.163
6. Oliver Rasmussen (Din) mtec Motorsport + 3.969
7. Caio Collet (Bra) mtec Motorsport (penalizado em 5 segundos)
8. Petr Ptacek (Cze) mtec Motorsport +5.054
9. Franco Colapinto (Arg) Kiwi Motorsport + 5.358
10. Ido Cohen (Isr) M2 Competition + 6.413

Corrida 2
1. Yuki Tsunoda (Jap) M2 Competition 15 voltas em 22min38s597
2. Oliver Rasmussen (Din) mtec Motorsport + 1.012
3. Lirim Zendeli (Ale) Giles Motorsport + 2.220
4. Grégoire Saucy (Sui) Giles Motorsport + 4.524
5. Liam Lawson (NZl) M2 Competition + 5.082
6. Franco Colapinto (Arg) Kiwi Motorsport + 7.486
7. Igor Fraga (Bra) M2 Competition + 11.016
8. Petr Ptacek (Cze) mtec Motorsport + 11.613
9. Jackson Walls (Aus) mtec Motorsport + 12.617
10. Emilien Denner (Fra) M2 Competition + 13.972
Caio Collet (Bra) mtec Motorsport Não Completou

Corrida 3
1. Liam Lawson (NZl) M2 Competition 20 voltas em 32min33s520
2. Franco Colapinto (Arg) Kiwi Motorsport + 2s077
3. Igor Fraga (Bra) M2 Competition + 2s588
4. Yuki Tsunoda (Jap) M2 Competition + 4.174
5. Grégoire Saucy (Sui) Giles Motorsport + 5.063
6. Petr Ptacek (Cze) mtec Motorsport + 7.344
7. Ido Cohen (Isr) M2 Competition + 7.536
8. Lirim Zendeli (Ale) Giles Motorsport + 7.721
9. Emilien Denner (Fra) M2 Competition + 9.279
10. Lucas Petersson (Sue) mtec Motorsport + 12.937
Caio Collet (Bra) mtec Motorsport Não Completou

Classificação do campeonato (após 1 de 5 etapas):
1. Liam Lawson (Nzl) 82
2. Igor Fraga (Bra) 67
3. Yuki Tsunoda (Jap) 66
4. Gregoire Saucy (Sui) 60
5. Lirim Zendeli (Ale) 59
6. Franco Colapinto (Arg) 55
7. Petr Ptacek (Cze) 44
8. Oliver Rasmussen (Din) 42
9. Ido Cohen (Isr) 35
10. Emilien Denner (Fra) 30
11. Spike Kohlbecker (EUA) 21
12. Lucas Petersson (Sue) 20
13. Caio Collet (Bra) 18
14. Jackson Walls (Aus) 16
15. Alex Gnos (Sui) 16
16. Rui Andrade (Ang) 14
17. Chelsea Hebert (NZl) 10
18. Jose Blanco (PRi) 9
19. Henning Enqvist (Sue) 7
20. Amaury Cordeel (Bel) 0

Castrol Toyota Racing Series / Próxima Etapas:
24-26 Janeiro: Teretonga Park, Invercargill - Spirit of a Nation Cup
1-2 Fevereiro: Hampton Downs Motorsport Park, Waikato - Denny Hulme Trophy
7-9 Fevereiro: Pukekohe Park, Pukekohe - New Zealand Motor Cup
15-16 Fevereiro: Manfeild Circuit Chris Amon, Feilding - New Zealand Grand Prix

sábado, 18 de janeiro de 2020

FORMULA E DI GRASSI SATISFEITO COM BOM RESULTADO

 Lucas faz corrida de superação em Santiago.
                                                                            

Brasileiro saiu em 22º, terminou em sétimo e foi quem fez mais ultrapassagens no calor chileno.

Em uma corrida sob forte calor, como já está se tornando tradição no Chile, o brasileiro Lucas Di Grassi foi uma das sensações da terceira etapa do Campeonato Mundial de Fórmula E, disputada neste sábado (18) no Parque O’Higgins, na capital Santiago. Prejudicado por um erro do britânico Oliver Rowland (equipe Nissan E.Dams), que bateu na curva cinco durante o classificatório e atrapalhou a tentativa de pole do campeão de 2017, Lucas largou no final do pelotão, em 22º, e cruzou a linha de chegada no sétimo lugar – sendo o piloto que mais ganhou posições na etapa. Com o resultado, Di Grassi continua a ocupar o quinto lugar na tabela, com 24 pontos, e sai confiante do Chile para o próximo desafio, dia 15 de fevereiro, no México.

“Eu estou exausto, foi uma corrida muito extenuante não só pela competitividade da categoria, que foi especialmente grande aqui, com dezenas de trocas de posição no grid inteiro. Mas também pelo forte calor, que foi constante a prova toda”, resumiu o brasileiro, lembrando que a etapa foi disputada sob forte sol e temperatura na casa dos 35oC. “Mas estou também orgulhoso da corrida que fizemos, com várias ultrapassagens e um trabalho excepcional da nossa equipe. O que fizemos hoje aqui me mantém confiante de que podemos brigar por mais um pódio no México, onde vencemos no ano passado com uma ultrapassagem praticamente em cima da linha de chegada”, comenta o brasileiro da equipe Audi Sport Abt Schaeffler.

A prova deste sábado foi vencida pelo alemão Max Günther, da equipe BMW Andretti – que tornou-se o 15º piloto a conquistar a vitória na Fórmula E. Com o resultado, a liderança do campeonato é do belga Stoffel Vandoorne (Mercedes-Benz EQ), que chegou em sexto e passou a somar 38 pontos. A seguir estão o até então líder Alexander Sims (Inglaterra, BMW Andretti), 35 pontos; Sam Bird (Inglaterra, Envision Virgin Racing), 25; Max Gunther (Alemanha, BMW Andretti), 25, e o brasileiro Lucas Di Grassi (Audi Sport Abt Schaeffler), 24 pontos.

 Fotos :
Audi Motorsport

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

DAKAR: VARELA E GUGELMIM FECHAM COM VITORIA NA ARABIA

Brasileiros encerram prova com vitória na Arábia Saudita.
                                                                           

Retrospecto coloca Varela e Gugelmin como melhor dupla das últimas três temporadas.

Dupla brasileira da equipe Monster Energy/Can-Am, Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin venceram nesta sexta-feira (17) a 12ª e última etapa da 42ª edição do Rally Dakar, ampliando seu recorde de vitórias neste quesito na categoria UTV para um total de dez. Cada etapa, corresponde a um dia de competição, que no Dakar geralmente varia entre 350 e 650 km, dependendo do roteiro planejado pela organização. Em 2019, por exemplo, a prova teve dez etapas – exatamente o número de vitórias somadas pelos brasileiros em três anos de participação. A vitória na especial é extremamente valorizada pelos competidores e cada uma é comemorada com um pódio específico já que pela longa extensão pode corresponder ao percurso de um rally inteiro.
                                                                      

“Feliz só por terminar” – O resultado de hoje reforça a condição da dupla da Monster Energy/Can Am como a mais bem sucedida da história da categoria UTV. Com uma vitória (2018), um terceiro (2019) e um nono lugares (2020), além dos dez primeiros lugares em especiais, eles são o duo com o melhor retrospecto na competição. As vitórias em especiais foram obtidas em 2018 (4), 2019 (4) e 2020 (2). “Eu vou te dizer que a gente esperava mais neste Dakar. Mas esta prova é tão extenuante que a gente fica feliz só de terminar”, comentou Reinaldo Varela, que termino este Dakar na nona posição ao lado de Gustavo Gugelmin.

“Nós chegamos aqui embalados pelos resultados nos dois anos anteriores, com o título de 2018 e o bicampeonato escapando da gente no final da prova de 2019 devido a uma quebra. Mas este ano tivemos muitas dificuldades e problemas, que nos tiraram a chance de brigar pela ponta. Mostramos que seríamos competitivos e lutaríamos pela vitória na geral vencendo duas especiais. Acho que somando tudo, fomos até que muito bem”, completa o piloto da Monster Energy/Can-Am.
                                                                             

Aplausos – Os brasileiros se viram em apuros logo na primeira especial – ou o primeiro dia de competição – quando a inusitada quebra da coluna de direção instalada pela equipe no carro quebrou e eles tiveram que improvisar a peça com uma chave de fenda – e ainda usando como volante uma chave de boca. “Esse momento já nos tirou do páreo pelo título. Caímos para 36º sexto na classificação, quase três horas atrás do líder em uma corrida na qual você briga por minutos para vencer. Era para termos abandonado a especial naquele momento, mas nos viramos e até fomos aplaudidos pela equipe na chegada daquele dia”, resumiu o navegador Gustavo Gugelmin.
                                                                        
Somente nos quatro primeiros dias a prova teve cerca de 600 pneus furados entre carros e UTVs, aproximadamente 150 veículos. “Não fosse a robustez do nosso UTV, um Can-Am Maverick X3, acho que já teríamos abandonado a prova há muito tempo. O roteiro deste ano teve muitas pedras de todos os tamanhos, causando abandonos em todas as categorias. O roteiro foi muito difícil, extremamente técnico, com muito foco na qualidade da navegação. Exigiu demais do equipamento e da tripulação. Com tudo isso, sim, a sensação de terminar é indescritível, é muito bom chegar ao final. Nós estamos felizes com o que conseguimos”, completa o navegador da Monster Energy/Can-Am.

A vitória de hoje – A especial desta sexta-feira teve 374km, mesclando trilhas de areia e cascalho. Os brasileiros chegaram em primeiro com uma vantagem de apenas 24 segundos para a dupla formada pelo norte-americano Blade Hildebrand e o francês François Cazalet. A vitória na classificação geral da 42ª edição do Dakar foi da dupla Casey Currie (EUA)/Sean Berriman (África do Sul). O próximo desafio internacional é a primeira etapa da Copa do Mundo de Rally Cross-Country, marcada para o dia 22 de fevereiro, no Catar. Varela e Gugelmin são os atuais tricampeões mundiais – o título foi conquistado em outubro, após uma vitória no Marrocos.

Fotos: Marian Chytka

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

CAMPEONATO PAULISTA E MARCAS AGORA SÃO NOVE CATEGORIAS

                                                                                      
Regulamentos técnicos estão no site, Open Paulista e Marcas & Pilotos são destaques.

O Campeonato Paulista de Automobilismo, um dos mais tradicionais e longevos do País, terá nove categorias na temporada 2020, que inicia em Interlagos no fim de semana que une os meses de fevereiro e março. As nove categorias, e suas respectivas classes, tiveram seus regulamentos revisados ou criados com foco primordial nas demandas dos pilotos e preparadores e nos custos de preparação e manutenção; seus respectivos textos homologados já estão publicados no site da Federação de Automobilismo de São Paulo (FASP). A novidade maior é a criação da categoria Open Paulista, especialidade que visa fomentar a utilização de qualquer modelo de competição e de preparação, sempre dentro de condições de segurança atualizadas. A categoria Marcas & Pilotos passa a utilizar os padrões adotados pelo Campeonato Brasileiro de Turismo Nacional, decisão que facilita o trabalho das equipes no desenvolvimento de seus modelos para o certame nacional.

“A criação da categoria Open Paulista reflete uma tendência mundial de abrir espaço para todo tipo de veículo de competição e preparadores e desenvolvedores, profissionais que tiveram seu espaço de trabalho reduzido com a popularização dos torneios monomarca”, explica José Aloizio Cardozo Bastos, o presidente da FASP.

O espírito da Open Paulista pode ser definido como próximo da categoria Força Livre pois permite a participação de protótipos e modelos de alto desempenho. Aberta a qualquer veículo de competição com exceção a carros de fórmula, autocross, gaiolas e outros, conforme consta no regulamento técnico, ela exige que os veículos admitidos atendam aos artigos e parágrafos do anexo J da Federação Internacional do Automóvel (FIA) e seus boletins de atualização. Com relação à modalidade “Marcas & Pilotos” a linha mestra da revisão do regulamento técnico foi consolidar a renovação do parque de veículos, tendência que ganhou força em 2019 com o sucesso das normas adotadas pelo Campeonato Brasileiro de Turismo Nacional.

“Esse campeonato foi consolidado como um sucesso em termos de variedade de modelos e número de inscritos, sem falar no custo reduzido de preparação e manutenção dos carros. Para não prejudicar aqueles que ainda mantém seus carros usados até o ano passado acrescentamos ao regulamento do Turismo Nacional condições que permitem sua participação nas provas deste ano”, comentou o presidente do Conselho Técnico Desportivo Paulista (CTDP), Marcus Ramaciotti.

As demais categorias que compõem do Campeonato Paulista de Automobilismo de 2020 e já tem seus regulamentos homologados e publicados no site da FASP são as fórmulas 1600, Inter e Vee, Classic Cup, Clássicos de Competição, Old Stock Race e Opala 250.

F:Wagner Gonzalez 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

DAKAR : VARELA E GUGELMIN VENCE DEPOIS DE FICAR MUITO ATRAS

                                                                               
Varela e Gugelmin venceram a especial desta segunda-feira.
                                                                        

A dupla brasileira Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin venceu hoje (13/01) a oitava etapa do Rally Dakar, que está sendo realizado pela primeira vez na Arábia Saudita. Campeões da prova em 2018 na categoria UTV, o duo da equipe Monster Energy/Can-Am completou os 474 km de especiais do dia (trechos cronometrados em alta velocidade) em 4h50min48s. Ao todo, incluindo os 239km de deslocamentos, nesta segunda-feira os participantes percorreram 713km. Depois da inusitada quebra da barra de direção adaptada pela equipe logo no primeiro dia de corrida, fato que os relegou ao 36º lugar, os brasileiros agora ocupam a 10ª posição, executando uma corajosa prova de recuperação no deserto saudita.

O trajeto todo foi realizado na região de Wadi Al-Dawasir, com destaque para o percurso em cânions e montanhas, além de trechos de velocidade pura, com os pilotos tirando o máximo de seus veículos. Devido ao luto pelo falecimento do motociclista português Paulo Gonçalves, ontem em pleno deserto, as categorias moto e quadriciclo não competiram nesta segunda-feira. Apenas UTVs, carros e caminhões largaram para a oitava etapa. Mas o grid completo estará em ação a partir de amanhã.
                                                                                

“Esta especial foi bem ao nosso estilo, mesclando velocidade e trechos nos quais a navegação do Gustavo sempre faz a diferença”, comenta Reinaldo Varela. “Andamos forte quando era possível e fomos ágeis na hora que precisamos. O nosso UTV, um Can-Am Maverick X3, foi novamente um guerreiro – resistiu bravamente à pancadaria constante. É uma combinação muito boa em uma corrida longa, cansativa e cheia de adversidades como tem sido esse Dakar”, avaliou o piloto, lembrando que até agora os competidores percorreram 5.165 km, a maior parte no deserto.

Expectativa – Em termos de extensão, o percurso desta terça-feira será o maior de toda a 42ª edição do Rally Dakar. “O trajeto deve ter 891km no total, com praticamente a metade, 415km, de especiais”, observa Gustavo Gugelmin. “A informação que temos é que deve ser o trecho com menos extensões de areia. Mas isso não quer dizer que será mais fácil. Neste Dakar, a maior dificuldade tem sido justamente fora das dunas, com a quantidade e o tamanho das pedras – algumas delas capazes de destruir o carro em uma batida ou fazê-lo capotar, como já aconteceu várias vezes nos últimos dias. Só amanhã vamos saber exatamente o que nos espera”, conclui o navegador da equipe Monster Energy/Can-Am.

 Fotos:Marian Chytka

F. Imprensa