COMPETIÇÃO 2020


Felipe Drugovich comemora vitória de ponta a ponta em sua rodada de estreia na Fórmula 2.
                                                                             
Brasileiro foi o principal destaque na etapa que abriu a temporada da Fórmula 2 na Áustria neste final de semana.

Neste final de semana o Autódromo Red Bull Ring, na Áustria, foi o palco para uma estreia perfeita do brasileiro Felipe Drugovich na Fórmula 2, a última categoria antes da Fórmula 1. Depois de uma tomada de tempos em que garantiu um lugar na primeira fila do grid de largada na sexta-feira (3) e de terminar em 8º na primeira corrida no sábado, neste domingo (5) ele venceu de ponta a ponta a corrida 2, transformando-se no principal destaque da rodada de abertura da temporada da Fórmula 2.
                                                              
Felipe Drugovich, valendo-se do regulamento que determina a inversão da ordem de chegada entre os oito primeiros da corrida 1, largou na pole position da corrida 2 na Áustria. O brasileiro fez boa largada e manteve-se na ponta, liderando um pelotão que trazia o suíço Louis Deletraz na segunda posição.

As primeiras voltas da prova foram marcadas por três entradas do safety car, o que naturalmente causou três relargadas, quando Felipe Drugovich novamente soube se impor ante os concorrentes. Após a prova retomar sua normalidade, o piloto da equipe holandesa MP Motorsport manteve-se sem cometer erros e marcou a melhor volta da prova diversas vezes, sempre abrindo vantagem sobre Deletraz.
                                                                
Nas últimas voltas, já com mais de 1 segundo de vantagem sobre o piloto suíço, Felipe Drugovich não se preocupava com a possibilidade de Deletraz poder utilizar o DRS e tentar uma última aproximação. Com isso, o piloto de Maringá (PR) abriu uma distância ainda maior, que chegaria a 2.469 segundos na bandeirada para conquistar uma vitória maiúscula em sua rodada de estreia na Fórmula 2.

O 8º lugar obtido no sábado e a vitória e os pontos obtidos por ter estabelecido a melhor volta da prova (1:17.277) neste domingo valeram a Felipe Drugovich o terceiro lugar na classificação do campeonato, com 21 pontos. O inglês Callum Illot, vencedor da prova no sábado, e o russo Robert Shwartzmann são os dois primeiros colocados, respectivamente com 27 e 23 pontos.
                                                                      
“Extremamente feliz não chega nem perto de como estou me sentindo hoje”, resumiu o piloto brasileiro, de 20 anos de idade. “Desde ontem (sábado) o carro já mostrava boa performance, mas um erro no balanço do carro não nos deixou traduzir isso na pista. Os pneus são muito sensíveis e se não tivermos um bom balanço fica difícil manter um bom ritmo. Corrigimos isso para hoje e então consegui comandar a corrida de acordo com os meus sonhos, digamos assim”, completou Felipe Drugovich.

A necessidade da direção de prova em utilizar o safety car várias vezes atrapalhou um pouco a estratégia de Felipe Drugovich. “Foram vários e eu sempre tentei estabelecer uma diferença de 1 segundo para o Deletraz para que ele não pudesse utilizar do DRS, que é muito importante para todos os pilotos. Quando finalmente eu consegui, pude ficar mais tranquilo e abrir essa boa vantagem na última parte da prova”, finalizou.
                                                                      
A Fórmula 2 volta à pista no próximo final de semana, novamente como preliminar da Fórmula 1 e outra vez no Autódromo Red Bull Ring, para sua segunda rodada dupla da temporada.

Felipe Drugovich tem o apoio de Drugovich Auto Peças, que atua no ramo de peças para caminhões e ônibus, e da Noma, destaque no segmento de implementos rodoviários.

O resultado completo da segunda corrida da Fórmula 2 em 2020:
1 Felipe Drugovich (BRA) – MP Motorsport – 28 voltas – 42:05.526
2 Louis Deletraz (SUI) – Charouz Racing System – a 2.469
3 Dan Ticktum (GBR) – DAMS – a 2.790
4 Robert Shwartzmann (RUS) – Prema Racing – a 3.330
5 Christian Lundgaard (DIN) – ART Grand Prix – a 5.396
6 Nobuharu Matsushita (JAP) – MP Motorsport – a 9.177
7 Mick Schumacher (ALE) – Prema Racing – a 9.741
8 Jack Aitken (GBR) – Campos Racing – a 14.041
9 Callum Illot (GBR) – UNI-Virtuosi – 40 voltas – a 14.272
10 Nikita Mazepin (RUS) – Hitech Grand Prix – a 15.395
11 Yuki Tsunoda (JAP) – Carlin – a 17.528
12 Roy Nissany (ISR) – Trident – a 18.471
13 Pedro Piquet (BRA) – Charouz Racing System – a 19.118
14 Guanyu Zhou (CHI) – UNI-Virtuosi – a 19.668
15 Guilherme Samaia (BRA) – Campos Racing – a 22.082
16 Jehan Daruvala (IND) – Carlin – a 24.290
17 Marino Sato (JAP) – Trident – a 24.909
18 Artem Markelov (RUS) – BWT HWA Racelab – a 1 volta
DNF Marcus Armstrong (NZL) – ART Grand Prix
DNF Luca Ghiotto (ITA) – Hitech Grand Prix
DNF Sean Gelael (INA) – DAMS
DNF Giuliano Alesi (FRA) – BWT HWA Racelab

Fonte :
KG COM Assessoria 



06/07/2020
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Copa Truck:Equipe AM faz história com tripleta em Cascavel.

Pela primeira vez na história da Copa Truck, três pilotos de uma mesma equipe chegaram nas três primeiras posições em uma etapa. Wellington Cirino foi o vencedor da prova da prova disputada na tarde deste sábado no Autódromo Zilmar Beux de Cascavel, com Valdeno Brito em segundo e André Marques completando o trio da AM Motorsport. E por pouco que o Quarteto Fantástico do time não dominou. Débora Rodrigues terminou na sexta posição depois de proporcionar os melhores pegas da prova.

“Foi uma corrida impecável. Um sábado para lembrarmos para sempre. Primeiro a retomada do esporte que amamos em meio a tudo o que está acontecendo no planeta. Depois, os resultados no classificatório e fechando com este resultado sensacional na prova. Só posso agradecer ao André Marques e a todo o time da AM Motorsport por essa qualidade toda”, comentou o vencedor da prova Wellington Cirino.

Valdeno Brito também celebrou o seu pódio logo na corrida de estreia.
“Todo o time está de parabéns. Estou muito feliz com essa experiência logo no início da minha participação aqui na Copa Truck. Foi muito bom”, avaliou.

A terceira colocação também deixou André Marques feliz com o trabalho da equipe.
“É bom demais por tudo que passamos desde o início do ano. Esse resultado é a resposta ao trabalho de todo esse time que construiu  um caminhão novo, trabalhou muito em cima dos que já estavam prontos, e tudo isso em meio a pandemia. Esse é o espírito no nosso time”, celebrou.

Débora Rodrigues, que largará da segunda fila na prova deste domingo, brigou muito para estar no pódio, mas acabou perdendo a posição nas últimas voltas.
“Estou contente pelo rendimento do equipamento e pela minha evolução no conjunto todo. Foi uma corrida bonita, de boas disputas, e a possibilidade de estar entre os primeiros. Vamos para a corrida deste domingo em busca de um pódio”, comentou.

Os trucks voltam para a pista neste domingo, a partir das 13 horas para a segunda etapa da Copa 1, já indicando os três primeiros classificados para a Grande Final.

A Prova
O início de corrida foi de domínio completo da AM Motorsport, colocando seus quatro caminhões entre os cinco primeiros colocados. Enquanto Wellington Cirino, Valdeno Brito e André Marques disparavam nas três primeiras posições, Débora Rodrigues subia para P5 e travava um bom duelo com Roberval Andrade.
Na volta 9, os líderes já tinham mais de 20 segundos de vantagem quando Luis Lopes bateu na entrada da reta e causou a primeira entrada do safety car, juntando todo o pelotão novamente.

No reinício da prova, as três primeiras posições permaneceram inalteradas, enquanto Débora Rodrigues seguia o duelo com Roberval Andrade revezando entre P5 e P6.
Ao final, o trio se confirmou na frente e Débora fechou com o P6.

Resultado da Corrida 1 - *sujeito as verificações técnicas
1º - Wellington Cirino (Mercedes-Benz)
2º - Valdeno Brito(Mercedes-Benz)
3º - André Marques (Mercedes-Benz)
4º - Beto Monteiro (VW)
5º - Roberval Andrade (MB)
6º - Debora Rodrigues (Mercedes-Benz)
7º - Adalberto Jardim (PRO)
8º - José Augusto Dias (VW)
9º - Renato Martins (MAN)
10º - Djalma Pivetta (IVE)
11º - Felipe Tozzo (MAN)
12º - Fábio Fogaça (PRO)
13º - Luis Lopes (IVE)
14º - Evandro Camargo (MB)
15º - Felipe Giaffone (IVE)
16º - Leandro Totti (MB)
17º - Rafael Lopes (VW)
18º - Regis Boessio (VOL)
19º - Raphael Teixeira (FOR)

Fotos:
RR Media/Rodrigo Ruiz

F: Osires


27/06/2020
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Porsche LEGO ® Technic estreia com vitória na Porsche Carrera Cup Sport.
                                                                                 
Rodrigo Mello soma uma vitória e um quarto lugar na primeira rodada dupla da temporada 2020, abrindo o ano na vice-liderança do campeonato.

Porsche LEGO ® Technic estreia com vitória na Porsche Carrera Cup Sport.

Na única etapa automobilística do mundo que foi disputada neste fim de semana (com portões fechados para público e imprensa por conta da pandemia do coronavírus), o Porsche LEGO ® Technic de Rodrigo Mello fez sua estreia nas pistas de forma histórica ao vencer logo em sua estreia na temporada 2020 da Porsche Carrera Cup Brasil, que completa 15 anos de existência.

A conquista também foi a primeira de Mello em sua estreia na divisão Carrera Cup Sport, após ter sido campeão no ano passado da classe GT3 Cup . O triunfo veio após uma disputa intensa com o experiente Maurizio Billi, principalmente nas cinco voltas finais.
                                                                      
Foto :Rafael Catelan
"Foi difícil. Parece que não, mas é um pega pra capar. Os cinco minutos finais da primeira corrida foram uma tortura para segurar o Billy. E estou feliz em começar o ano como terminei a temporada passada: vencendo", comemorou o piloto-empresário, sócio de um escritório de advocacia.
                                                                          
O fim de semana poderia ter sido 100%, não fosse um acidente quando liderava logo no início da segunda corrida. Mello acabou sendo tocado pelo concorrente Rouman Ziemkiewicz, mas conseguiu evitar um prejuízo maior ao continuar na disputa e receber a bandeirada na quarta colocação.

"Na segunda prova acabei envolvido em uma confusão quando liderava, mas salvei um P4 e cumpri o objetivo, que é pontuar bastante pensando no campeonato", comenta Mello, que sai de Interlagos na vice-liderança da Carrera Sport com 17 pontos, apenas um atrás de Rodolfo Toni.

"Foi um bom início de ano, agora é cuidar da saúde e torcer para que essa pandemia seja controlada e que a vida possa voltar ao normal o quanto antes, pois amamos correr, mas a saúde de todos vem em primeiro lugar", completa. A segunda etapa da temporada está prevista para o dia 18 de abril em Goiânia, mas ela depende ainda de uma confirmação por conta da pandemia do coronavírus.

Fotos :
Luca Bassani/Porsche Cup Brasil)
Rafael Catelan



14/03/2020
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Ginetta G55 de Vichiese, Guerra e Turvey vence a 1000 Milhas do Brasil.
                                                                        

Trinca levou a melhor em disputa com time do Mercedes AMG GT4 e venceu a corrida realizada neste domingo em Interlagos.
                                                                      

O Ginetta G55 pilotado por Esio Vichiese, Renan Guerra e Stuart Turvey venceu neste domingo (16) a 1000 Milhas do Brasil, prova disputada no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). O trio se revezou na liderança com a tripulação do Mercedes AMG GT4 até a nona hora, quando o carro da marca alemã precisou reparar os freios, perdendo tempo e abrindo caminho para o triunfo do time do modelo inglês.
                                                                            

Os vencedores tomaram a liderança da prova pela primeira vez ainda na primeira hora, se aproveitando de um problema na pressão de óleo do protótipo MCR Tubarão que largou da pole position. A partir daí, Vichiese, Guerra e Turvey entraram em duelo particular com Leandro Ferrari, Flávio Abrunhoza, Marcelo Brisac e Renato Braga, pilotos da Mercedes. Os dois carros se revezaram na liderança, mas o Ginetta se sobressaiu, mesmo sofrendo um princípio de incêndio na parada nos boxes na nona volta.
                                                                    
Elione Queiros Organizadora

“Com nove horas de prova nós estávamos na mesma volta e trocando posições. Pena que eles tiveram problemas nos freios. Nossa pastilha terminou a corrida bem no limite. Foi uma prova de fogo, pois em nenhum momento nós tivemos condições de poupar e levar o carro para casa. A gente teve que forçar o equipamento para conseguir o resultado”, disse Guerra, piloto que mais andou na Ginetta ao longo das 11 horas de prova.
                                                                              

Abrunhoza lembrou que o Mercedes sofreu muitos problemas ao longo da temporada do ano passado, durante o campeonato do Endurance Brasil. Assim, o piloto e proprietário do AMG GT4 se mostrou satisfeito com o desempenho apresentado pelo modelo ao longo da maratona realizada em Interlagos, ressaltando que o carro é mais pesado em relação a Ginetta.
                                                                          
“No ano passado a Mercedes nos deu muito trabalho. O carro apresentou problemas de desenvolvimento. Na última etapa do Endurance Brasil, a gente conseguiu colocar o carro em ordem e tivemos problemas de freio. O carro é muito bom de reta, mas é um caixote. São quase 500 quilos a mais de peso”, disse Abrunhoza logo após o encerramento da corrida.

“Paramos após nove horas pois a pastilha acabou. Trocamos, perdemos cinco voltas para a Ginetta. E tivemos um problema de pneus, pois a roda foi de tala nove para dez. Voltamos e resolvemos os problemas. Estou feliz, pois ano passado nós quebramos em oito etapas. E aqui nós estreamos nossa equipe. Ser o segundo colocado nas 1000 Milhas é promissor”, completou o piloto.
                                                                             

O terceiro lugar foi um prêmio ao quarteto Gustavo Simon, Rafael Simon, Rafael Cardoso e Sérgio Cardoso, que dividiu a condução de um protótipo MRX-Honda. “Tivemos problemas com os freios e, depois, a parte elétrica começou a ter problemas. A cada pit stop, trocávamos também a bateria do carro”, explicava Rafael Cardoso, que correu ao lado do pai, Sérgio.
                                                                          

Em quarto lugar ficou o protótipo Spyder-VW de José Vilella, Pipa Cardoso e Tinoco Soares, da LT Team. Durante a noite, o trio precisou fazer trocar a caixa de câmbio do carro em uma longa parada de box. O carro voltou à pista, mas na fase final da prova o câmbio voltou a ter problemas, ficando travado em quarta marcha. Para evitar desgaste acentuado da mecânica, o carro ficou recolhido no box durante vários minutos e voltou a tempo de receber a bandeirada.
                                                                     

Procedimento semelhante teve a equipe do Omega pilotado por Ciro Paciello, Álvaro Vilhena e Evandro Camargo, quinto colocado. Mesmo sendo o carro da categoria mais lenta entre as que compuseram o grid da 1000 Milhas do Brasil, consolidou-se em terceiro lugar durante a madrugada até ter problemas que culminaram com a troca do diferencial, já nas primeiras horas da manhã. O Omega ficou novamente em condições de andar, mas a equipe não teve possibilidade de fazer ajustes mais finos. “O carro ficou quase inguiável”, resumia Paciello. “Voltamos para o box e saímos apenas para receber a bandeirada”, completou.

O único acidente da 1000 Milhas do Brasil aconteceu de madrugada, com cerca de uma hora e meia de prova. O Astra V8 de Ricardo Rodrigues, Marcos Cassoli, Walter Barajas e Ricardo Domenech bateu de leve, mas a pancada foi suficiente para causar a quebra de uma roda e impedir o carro de continuar na prova. Os demais abandonos foram todos causados por falhas mecânicas, a maior parte panes no motor.

Confira o resultado final da 1000 Milhas do Brasil:

1º - Esio Vichiese, Renan Guerra e Stuart Turvey (Ginetta G55) - 360 voltas em 11h01min00s312
2º - Leandro Ferrari, Flávio Abrunhoza, Marcelo Brisac e Renato Braga (Mercedes AMG GT4) - a 5 voltas
3º - Gustavo Simon, Rafael Simon, Rafael Cardoso e Sérgio Cardoso (MRX) - a 51 voltas
4º - José Vilela, Pipa Cardoso e Tinoco Soares (Spyder) - a 107 voltas
5º - Ciro Paciello, Álvaro Vilhena e Evandro Camargo (Omega) - a 125 voltas
6º - Marcelo Servidone, Luiz Finotti e Jorge Machado (Tubarão) - a 168 voltas
7º - Ney Faustini, Ney de Sá e Marcos Philippi (Cobalt) - a 183 voltas
8º - Sérgio Martinez, Eduardo Pimenta e Luiz Oliveira (Spyder) - a 247 voltas
9º - Ricardo Rodrigues, Marcos Cassoli, Valter Barajas (Astra) - a 325 voltas
10º - Carlos Antunes, Yuri Antunes, Mauro Auricchio e Lucas Marotta (MRX) - a 332 voltas
11º - Edras Soares, Juarez Soares e Leandro de Almeida (Vectra) - a 336 voltas
12º - Mauro Kern, Paulo Sousa e Tiel de Andrade (MCR Tubarão) - a 337 voltas

Fotos :
Claudio Kolodzie

F :  Imprensa - 1000 Milhas do Brasil

D.Leme

16/02/2020
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Calendário do Império Endurance Brasil 2020 terá oito etapas e começará em Curitiba em 4 de abril

Categoria mais democrática do Brasil promete show com grid de grandes estrelas entre carros e pilotos

O calendário do Império Endurance Brasil foi definido pela organização da categoria e contará com 08 etapas na temporada 2020. O campeonato deste ano começará no dia 4 de abril, no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais (PR), e será fechado em 05 de dezembro, na pista do Velocittà, em Mogi Guaçu (SP). Uma das novidades em relação a 2019 é a chegada de novos modelos GTs e de potentes protótipos das categorias P1, P2 e P3.
                                                                       

"O Império Endurance Brasil tem sido a cada ano mais especial, pois nos últimos cinco anos conseguimos crescer, com o apoio de nossos patrocinadores, equipes e pilotos, que não medem esforços com muita união para fazermos oito grandes eventos. Além disso, o apoio da CBA tem sido fundamental para essa concretização de uma categoria democrática, onde temos oito classes em um só evento. Acreditamos em uma grande temporada de 2020!", afirmou Henrique Assunção, presidente da APE - Associação de Pilotos de Endurance, promotora e organizadora do Império Endurance Brasil.

Confira o calendário de 2020 do Império Endurance Brasil:

7 de março – Pré-temporada, Interlagos (SP)

4 de abril – 1ª etapa Curitiba, em Pinhais (PR)

2 de maio – 2ª etapa Velopark, em Nova Santa Rita (RS)

4 de julho – 3ª etapa de Goiânia, Goiânia (GO)

1º de agosto – 4ª etapa de Interlagos, São Paulo (SP)

5 de setembro – 5ª etapa de Santa Cruz do Sul (RS)

3 de outubro – 6ª etapa de Curitiba, em Pinhais (PR)

31 de outubro – 7ª etapa de Goiânia, Goiânia (GO)

5 de dezembro: 8ª etapa de Velocittà, Mogi Guaçu (SP)

F: MS Comunicaçao