COMPETIÇÃO 2021

 

 Da Costa faz história em prova que teve acidente impressionante em Interlagos


Gabriel Casagrande venceu a prova principal. Na segunda corrida, português tornou-se o primeiro europeu a ganhar na Stock Car

O fã da Stock Car Pro Series curtiu neste domingo mais de uma hora de emoção em duas corridas sensacionais, válidas pela segunda etapa da temporada 2021. A primeira prova foi decidida por apenas meio segundo de diferença entre o vencedor Gabriel Casagrande e o segundo colocado Allam Khodair – com os dois duelando metro a metro nas voltas finais.

Na prova complementar o português António Félix da Costa fez história ao tornar-se o primeiro piloto europeu a vencer na Stock Car, mas com um grande susto no final: na briga pelo segundo lugar, o até então vice-líder Gaetano Di Mauro literalmente levantou voo e bateu violentamente contra a barreira de proteção ao entrar na reta dos boxes “encaixado” entre os carros de Daniel Serra e Guilherme Salas                                                                 

A batida destruiu a parte traseira do carro do jovem astro da Stock Car, que sofreu dois choques: primeiro ao atingir o solo e outro ao colidir com violência no muro. Di Mauro foi imediatamente socorrido e levado para o Hospital Santa Maggiori, em São Paulo, pelo helicóptero UTI fornecido pela patrocinadora Prevent Senior, em um trajeto que levou apenas três minutos. Após exames e uma pausa para recuperação, Gaetano postou um vídeo em suas mídias sociais informando que estava bem.                                                         

Ataques – Com novo formato, cada corrida em Interlagos contou com 30 minutos + uma volta de duração. Na primeira prova o pole position Gabriel Casagrande largou bem mas foi duramente atacado pela dupla Allam Khodair e Diego Nunes, ambos da equipe Blau Motorsport, que largaram logo atrás e já na Reta Oposta emparelharam com o ponteiro em uma situação bastante crítica na qual Casagrande acabou tocando com ambos – e quem levou a pior foi Nunes, que perdeu várias posições e ficou fora da briga pela liderança.

Nas voltas finais, Casagrande foi informado que receberia 5s de punição pelo toque com Diego – e então começou o duelo no cronômetro contra Khodair, o segundo colocado. No momento da punição, a diferença entre eles era de exatos 5s040 – mas ficou oscilando entre 4s e 6s até o final da prova, dependendo do desempenho dos pilotos em suas tentativas de superar o rival. A vitória chegou a ficar nas mãos de Khodair em duas oportunidades, mas no final Casagrande foi capaz de recuperar o terreno. Na bandeirada, após a aplicação dos 5s de punição, Casagrande venceu a prova por apenas 0s569.

Manobra sensacional – Na segunda corrida, com a inversão dos dez primeiros da primeira prova para compor o grid, a primeira fila foi formada com Galid Osman na pole e Félix da Costa no segundo lugar. Galid manteve a dianteira na largada, com Félix perdendo a posição para o piloto mais jovem do grid, Pedro Cardoso, três voltas mais adiante. Uma volta depois o português também seria superado por Denis Navarro, em uma manobra sensacional que viu o paulista ultrapassar Da Costa e Cardoso na freada do Esse do Senna.

O início dos pit stops obrigatórios, na oitava volta, mudou tudo. Galid perdeu muito tempo em sua parada e saiu da briga pela vitória. Mas Félix conseguiu retornar na dianteira, que manteve até a bandeirada. Nas voltas finais, Daniel Serra, que havia largado em 24º e fazia uma corrida espetacular, passou a duelar com Guilherme Salas pela segunda posição.

Em uma das escaramuças da dupla, Gaetano Di Mauro viu um espaço entre os dois carros e mergulhou para tentar uma ultrapassagem que, se acontecesse, seria heroica. Mas não deu certo. O choque com o Cruze de Salas ergueu a frente do carro de Gaetano, e o fluxo de ar gerado pela alta velocidade fez o resto, jogando o carro do jovem Di Mauro para o alto e, depois, contra o muro.

Com o resultado, Daniel Serra continua na liderança, mas agora com Bruno Baptista na segunda posição depois de obter um terceiro e um décimo lugares em Interlagos. O vencedor da primeira prova, Casagrande, agora está na sexta posição da tabela (confira a pontuação abaixo).

Já Félix da Costa, apesar de ser vencedor legítimo da segunda prova, não terá seus pontos computados no campeonato devido uma cláusula do regulamento que obriga a todos os competidores serem filiados à Confederação Sul-Americana de Automobilismo. Como foi convidado na semana passada para substituir o atual campeão Ricardo Maurício, em convalescência ligada ao covid-19, o piloto português não teve tempo de cumprir essa formalidade. Mesmo assim, com uma atuação de gala, o atual campeão mundial de Fórmula E entrou para a história do automobilismo brasileiro.

Stock Car - Corrida 1

1º - Gabriel Casagrande (A. Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze) - 19 voltas

2º - Allam Khodair (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze) - a 0s569

3º - Bruno Baptista (RCM Motorsport/Toyota Corolla) - a 9s042

4º - Cesar Ramos (Ipiranga Racing/Toyota Corolla) - a 10s348

5º - Átila Abreu (Shell V-Power/Chevrolet Cruze) - a 11s355

6º - Diego Nunes (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze) - a 12s998

7º - Denis Navarro (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze) - a 14s224

8º - Pedro Cardoso (KTF Racing/Chevrolet Cruze) - a 16s848

9º - António Félix da Costa (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze) - a 17s160

10º - Galid Osman (Shell V-Power/Chevrolet Cruze) - a 17s197

11º - Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla) - a 17s366

12º - Rafael Suzuki (Full Time Bassani/Toyota Corolla) - a 23s874

13º - Christian Hahn (Blau Motorsport II/Chevrolet Cruze) - a 24s733

14º - Guga Lima (A. Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze) - a 31s761

15º - Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze) - a 34s609

16º - Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla) - a 38s183

17º - Julio Campos (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze) - a 38s731

18º - Sergio Jimenez (MX Piquet Sports/Toyota Corolla) - a 42s183

19º - Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla) - a 43s187

20º - Felipe Lapenna (Hot Car/Chevrolet Cruze) - a 43s243

21º - Tony Kanaan (Full Time Bassani/Toyota Corolla) - a 47s373

22º - Beto Monteiro (Crown Racing/Chevrolet Cruze) - a 1min11s346

23º - Gustavo Frigotto (RKL/Chevrolet Cruze) - a 1min26s610

24º - Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze) a 1min30s474

25º - Tuca Antoniazi (Hot Car/Chevrolet Cruze) - a 1min45s055

26º - Guilherme Salas (KTF Sports/Chevrolet Cruze) - a 1 volta

27º - Gaetano di Mauro (KTF Racing/Chevrolet Cruze) - a 1 volta

28º - Nelson Piquet Jr. (MX Piquet Sports/Toyota Corolla) - a 1 volta

29º - Lucas Foresti (KTF Sports/Chevrolet Cruze) - a 1 volta

Não completaram

Cacá Bueno (Crown Racing/Chevrolet Cruze)

Marcos Gomes (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze)

*Excluído*

Rubens Barrichello (Full Time Sports/Toyota Corolla)


Stock Car - Corrida 2

1º - António Félix da Costa (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze) - 19 voltas

2º - Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze) - a 2s942

3º - Guilherme Salas (KTF Sports/Chevrolet Cruze) - a 4s815

4º - Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla) - a 1min54s983

5º - Cacá Bueno (Crown Racing/Chevrolet Cruze) - a 1min57s795

6º - Átila Abreu (Shell V-Power/Chevrolet Cruze) - a 1min59s256

7º - Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze) - a 2min00s574

8º - Denis Navarro (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze) - a 2min01s713

9º - Galid Osman (Shell V-Power/Chevrolet Cruze) - a 2min03s850

10º - Bruno Baptista (RCM Motorsport/Toyota Corolla) - a 2min04s948

11º - Cesar Ramos (Ipiranga Racing/Toyota Corolla) - a 2min06s572

12º - Tony Kanaan (Full Time Bassani/Toyota Corolla) - a 2min07s931

13º - Nelson Piquet Jr. (MX Piquet Sports/Toyota Corolla) - a 2min10s734

14º - Diego Nunes (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze) - a 2min12s376

15º - Rafael Suzuki (Full Time Bassani/Toyota Corolla) - a 2min13s270

16º - Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla) - a 2min17s282

17º - Julio Campos (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze) - a 2min18s864

18º - Allam Khodair (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze) - a 2min20s947

19º - Beto Monteiro (Crown Racing/Chevrolet Cruze) - a 2min21s990

20º - Tuca Antoniazi (Hot Car/Chevrolet Cruze) - a 2min23s330

21º - Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla) - a 2min25s470

22º - Gaetano di Mauro (KTF Racing/Chevrolet Cruze) - a 2 voltas

Não completaram

Gabriel Casagrande (A. Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze)

Gustavo Frigotto (RKL/Chevrolet Cruze)

Pedro Cardoso (KTF Racing/Chevrolet Cruze)

Lucas Foresti (KTF Sports/Chevrolet Cruze)

Felipe Lapenna (Hot Car/Chevrolet Cruze)

Christian Hahn (Blau Motorsport II/Chevrolet Cruze)

Sergio Jimenez (MX Piquet Sports/Toyota Corolla)

Excluído

Guga Lima (A. Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze)


Campeonato após duas etapas:

1º - Daniel Serra – 68

2º - Bruno Baptista – 65

3º - Átila Abreu – 63

4º - Cesar Ramos – 62

5º - Denis Navarro – 58

6º - Gabriel Casagrande – 56

7º - Thiago Camilo – 47

8º - Cacá Bueno – 46

9º - Galid Osman – 45

10º - Diego Nunes – 40

11º - Guilherme Salas – 39

12º - Allam Khodair – 37

13º - Gaetano di Mauro – 34

14º - Ricardo Zonta – 32

15º - Rafael Suzuki – 31

16º - Ricardo Maurício – 29

17º - Pedro Cardoso – 27

18º - Felipe Massa – 22

19º - Julio Campos – 20

20º - Lucas Foresti – 17

21º - Christian Hahn – 13

22º - Tony Kanaan – 11

23º - Nelsinho Piquet – 9

24º - Guga Lima – 8

25º - Sergio Jimenez – 6

26º - Matías Rossi – 4

27º - Beto Monteiro – 3

28º - Rubens Barrichello – 3

29º - Gustavo Frigotto – 2

30º - Felipe Lapenna – 2

31º - Tuca Antoniazi – 1

32º - Marcos Gomes – 1

33º - Max Wilson – 0


Fotos : Duda Bairros

F: R. Siqueira


16/05/2021

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Dobradinha extraordinária para a Ducati Lenovo Team no GP da Espanha com Miller em primeiro e Pecco Bagnaia em segundo em Jerez. 

O piloto italiano agora lidera o campeonato mundial de pilotos.

A Ducati Lenovo Team obteve uma dobradinha extraordinária no Grande Prêmio de MotoGP da Espanha, disputado hoje no Circuito de Jerez de la Frontera, onde Jack Miller e Francesco Bagnaia levaram as suas Desmosedici GP ao pódio, terminando em primeiro e segundo lugares respectivamente.

Para o australiano este é o segundo sucesso no MotoGP, obtido no final de uma prova magistral. Começando com o terceiro tempo mais rápido, da primeira linha, Miller imediatamente assumiu a liderança após a largada, mas foi ultrapassado por Quartararo na quarta volta caindo para a segunda colocação. O piloto da Ducati Lenovo Team, no entanto, tentou conter a diferença do francês e depois tirou partido das dificuldades no meio da corrida, continuando a acelerar até chegar e ultrapassá-lo há dez voltas do final. Miller cruzou assim a linha de chegada em primeiro lugar, dando à Ducati o segundo sucesso em Jerez della Frontera depois da sua última vitória com Capirossi em 2006 e somou 25 pontos à sua classificação geral, que atualmente está em sexto.

Excelente corrida também para Francesco Bagnaia, que largou com o quarto tempo mais rápido da segunda linha do grid. Em terceiro na primeira volta, o italiano escorregou para trás de Aleix Espargaro e Franco Morbidelli, mas graças ao ritmo constante conseguiu alcançar e ultrapassá-los. Na volta 18, Bagnaia finalmente ultrapassou também Quartararo, ficando atrás de Jack Miller e terminou o GP na segunda posição, menos de dois segundos atrás de seu companheiro de equipe.

Graças ao resultado de hoje, a Pecco assume a liderança na classificação geral de pilotos, com um ponto à frente de Quartararo, enquanto a Ducati e a Ducati Lenovo Team ocupam a segunda posição, respectivamente, na classificação de Construtores e Equipes.                                                          

Jack Miller (# 43 Ducati Lenovo Team) - 1º

“As últimas duas semanas foram muito difíceis para mim: depois dos problemas que tive no início da temporada, já não tinha a certeza do que seria capaz de fazer com a moto. Mas hoje, quando vi Quartararo em apuros, pensei que era hora de assumir a liderança, embora não tivesse certeza se conseguiria ficar na liderança por tantas voltas. No final, porém, consegui e venci minha primeira corrida com a Ducati. Nunca poderei agradecer à Ducati o suficiente por me dar a oportunidade de correr na equipe de fábrica. Usar essas cores é um sonho que se torna realidade para mim e tem um grande significado. Obrigado ao Gigi, Paolo, Davide, Claudio e toda equipe por sempre acreditarem em mim ”.

Francesco Bagnaia (# 63 Ducati Lenovo Team) - 2º

“No início deste final de semana tive alguns problemas, mas graças ao excelente trabalho feito com a minha equipe, hoje me senti muito confortável na Desmosedici GP durante a corrida. Só comecei a acelerar depois das primeiras quatro voltas para não sobrecarregar muito o pneu traseiro: o meu ritmo era bom e me permitiu alcançar os adversários e ultrapassá-los. No final também estava chegando perto do Jack, mas há duas voltas do final preferi defender a segunda posição e não correr riscos desnecessários. O resultado de hoje é verdadeiramente incrível e espero que possamos continuar assim também nas próximas corridas, que serão disputadas em pistas mais favoráveis à nossa moto. Amanhã teremos mais um dia de testes por isso temos que nos manter focados”.

Luigi Dall’Igna (Diretor Geral da Ducati Corse)

“Acho que sou a pessoa mais feliz do mundo neste momento: Jerez sempre foi uma pista historicamente difícil para a Ducati, por isso, conseguir terminar em primeiro e segundo hoje é muito importante para nós, especialmente do ponto de vista técnico. Ambos os pilotos fizeram uma corrida excepcional e foram muito bons. Eles conseguiram liderar uma prova de forma madura: Jack manteve um ótimo ritmo e administrou sua corrida perfeitamente e Pecco, que lutou um pouco no início deste final de semana, conseguiu fazer uma grande corrida terminando em segundo lugar e agora lidera o campeonato mundial. Parabéns aos dois, à equipe e a todos da Ducati Corse”.

Amanhã a Ducati Lenovo Team estará de volta à pista em Jerez de la Frontera para enfrentar um dia de testes pós-corrida.



02/05/2021

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FELIPE BAPTISTA SEM ALIVIAR VENCE BONITO PRIMEIRA DO ANO

Felipe Baptista é o primeiro vencedor do ano na Stock Light

Piloto da KTF toma ponta na largada e vence com autoridade, seguido de Raphael Reis e Gabriel Robe; rodada dupla será complementada amanhã às 10h30, com transmissão ao vivo.

A Stock Light deu o pontapé oficial na temporada 2021 com Felipe Baptista vencendo a prova que abriu a etapa de Goiânia, na tarde deste sábado.

                                                                        

Em uma prova bastante movimentada, o piloto do carro #85 da equipe KTF foi absoluto: tomou a ponta do pole Gabriel Robe logo na primeira volta e não deu a mínima chance de aproximação, marcando também a melhor volta da prova em 1min31s662.                   

"Dei o pulo do gato na largada, abri vantagem bem, usando bem o botão de ultrapassagem. Até reduzi um momento em que ameaçou entrar o safety car, mas estava bem à frente e isso não atrapalhou. Foi uma corrida muito boa, iniciando 2021 como terminamos 2020, vencendo", destacou o piloto paulista.

Vice-campeão do ano passado, Raphael Reis foi um dos destaques com a equipe W2 ao sair em sexto e terminar em segundo, 0s310 à frente de Robe, que estava na frente do rival, mas um problema de freio em uma das curvas o fez perder o posto, mas não o pódio.

Como em toda corrida da Stock Light, ultrapassagens e confusões não faltaram, com destaque para os toques entre Lucas Kohl, vencedor entre os rookies, e Gabriel Lusquiños, que sai da pole neste domingo pelo grid invertido, assim como o choque entre Pedro Ferro e Edgar Bueno, com Ferro sendo excluído da prova pela atitude.

A corrida complementar que encerra a programação desta primeira etapa está marcada para as 10h30 (de Brasília), com transmissão do Band Sports e das mídias oficiais da Stock Car no Facebook e YouTube.

Confira o resultado oficial da primeira prova:

1 Felipe Baptista (KTF Sports), 21 voltas

2 Raphael Reis (W2 Racing), a 3.222

3 Gabriel Robe (Motortech), a 3.532

4 Zezinho Muggiati (W2 ProGP), a 5.955

5 Matheus Iorio (KTF Racing), a 10.265

6 Pietro Rimbano (Hot Car Competições), a 12.763

7 Lucas Kohl (KTF Sports), a 15.280

8 Marco Cozzi (MX Piquet Sports), a 34.510

9 Raphael Teixeira (Motortech Motorsports), a 1:00.998

10 Gabriel Lusquiños (W2 ProGP), a 1:07.963

11 Felipe Papazissis (RKL Competições), a 1:22.895

12 Edgar Bueno (W2 Racing), a 10 voltas

13 Victor Baptista (Hot Car Competições), a 11 voltas

14 Arthur Leist (Motortech), a 16 voltas

15 Pedro Ferro (KTF Racing), excluído

 Fotos:

Victor Eleuterio/Vicar


24/04/2021

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Leandro Mello :Qualidade da bateria influencia no desempenho das motos de pista e do dia a dia

 Qualidade da bateria influencia no desempenho das motos de pista e do dia a dia

CCA potente garante qualidade do item e durabilidade da energia.

Voltemos ao ano de 2019. Num passado nem tão distante, as competições de motociclismo eram comuns, frenéticas, emocionantes. Dois mil e vinte chegou e não trouxe boas notícias, nem mesmo para este universo. Com motos paradas ou passando um bom tempo na garagem, a qualidade da bateria se tornou assunto de preocupação entre os pilotos, inclusive entre os mais experientes. A máxima vale também para os motociclistas do cotidiano.

O piloto de teste do programa Auto Esporte, Leandro Mello, sabe bem que a qualidade do item faz toda a diferença. Dentro da rotina de trabalho da Motors Company, na empresa que ministra aulas de pilotagem, ele coloca suas motos de teste em ação. Mas, em seguida, as máquinas desaceleram e voltam a ficar paradas.

“Você vai para um curso, por exemplo, anda forte com a moto e para por dois meses. Esse tipo de moto dá muito problema se a bateria não for boa”, explica o profissional citando seu próprio exemplo. Assim, apostar numa boa bateria faz o cenário mudar. Mello, que também é editor da revista Duas Rodas há 20 anos, aposta na qualidade da Motobatt, empresa que fabrica baterias com o maior CCA do mercado. CCA, do inglês, Cold Cranking Amps, significa Amperes de Arranque a Frio. Na prática, isso quer dizer que quanto mais frio estiver, mais energia é necessária para ligar o motor para iniciá-lo; logo, quanto maior for o CCA, melhor será a condição de força da bateria para a partida em qualquer temperatura. Para Mello, os diferenciais das baterias Motobatt são fundamentais para quem busca performance e durabilidade, seja nas pistas ou no dia a dia nas ruas.                                                                      


“As motos grandes precisam que a bateria ‘vire’ rápido para dar ignição inicial. Isso faz toda a diferença. Além disso, no caso da Motobatt, ela é de fácil instalação. Ela tem quatro polos, uma tecnologia patenteada, sem espaço para gambiarra. É segura, sem juntar outros fios. Ela é livre de manutenção. Esse projeto utiliza melhor o espaço interno, rendendo até 30% a mais de potência. É uma tecnologia muito fácil de ser utilizada.” Vale dizer que dois pontos influenciam no CCA com o passar do tempo: a marca da bateria e o fato de ela estar carregada para ter toda a capacidade especificada no rótulo.

Vida sobre duas rodas

O currículo e a história de Leandro Mello reforçam a necessidade da compra de bons equipamentos de pilotagem. O profissional paulista teve seu primeiro contato com moto aos três anos. Aos seis, já competia. Com 13 anos, por um pedido do pai, o piloto deixou as disputas, mas ficou nos bastidores, trabalhando com mecânica, limpando as motos, auxiliando os pilotos.

Longe das pistas, na função de motoboy da Federação Paulista de Motociclismo, começou a trabalhar como apoio de rally. “Um dia eu fui chamado pelo amigo do presidente da entidade para o Salão Duas Rodas. Eu fui, precisavam de um menino para ficar apresentando moto e isso abriu muito meu conhecimento”, conta. A rede de contato ia crescendo e, um dia, como presente de aniversário, Mello ganhou uma corrida de presente. “Uma revista me viu ali, gostou de mim e me pediu para eu fazer uma corrida”, lembra.

Logo, a experiência dentro e fora das pistas rendeu um terceiro caminho. Leandro Mello se tornou piloto de teste da revista. “Como eu já sabia a mecânica e a pilotagem, juntou tudo. Eu entrei para a revista e, com 19 anos, já era editor dela. Eu estava no emprego do meu sonho”, sorri.

O sonho ficaria ainda melhor. Um dia, assistindo à estreia do Auto Esporte, Leandro não pensou duas vezes. “Liguei no programa e pedi para eles anotarem meu contato. Me coloquei à disposição para fazer qualquer coisa que precisassem. Mas, achei que não tinham me dado atenção. Depois de uns três meses, o Conrado, que é meu chefe ainda, me ligou. Fiz minha primeira matéria para o programa”, lembra. Da TV, o piloto, que também é jornalista, foi para a revista Duas Rodas – maior revista do segmento – e, há 16 anos, abriu a Motors Company. “Faço o que mais amo, com muito prazer”.